quinta-feira, 8 de outubro de 2009

AS MOTARDS versus OS MOTARDS

Nunca fui apologista de motas, no entanto acho piada quando - raramente - vejo uma mulher a conduzir uma mota. Não sei porquê! Já me estão a chamar machista, hehee! Nada disso, costumo é reparar em tudo o que é menos vulgar, mas se há uma coisa que distingue as motards dos motards é que elas escolhem sempre motas mais, digamos, confortáveis. Por outras palavras, a mota para a mulher é um veículo de trabalho e para o homem muitas vezes é um veículo de exibição. É esta diferença... por isso é que é muito raro haver acidentes de motas provocados por mulheres condutoras. Desculpem lá, pessoas do mesmo género que eu... mas isto é verdade! Talvez tenha alguma coisa a ver também com o facto de os acidentes rodoviários graves terem uma responsabilidade de 97% para os homens e 3% para as mulheres... não sou eu que digo, são as estatísticas!

4 comentários:

Ana Sofia Serrano disse...

Olá!
Realmente é muito raro ver-se uma mulher de moto, mas lembro-me de uma colega minha da esola que ía de DT, e era o centro das atenções sempre que chegava, deve ser sexy!;)
Beijinhos

Bichodeconta disse...

Vá-se lá saber porque?Por isso alguém um destes dias me dizia ao ver passar um comboio de mercadorias. Continuo a achar que este cavalo de ferro é grande demais pra ser conduzido por uma mulher! Pelos vistos não é. Não é mesmo.Bom final de semana..

Paulo Sempre disse...

Na pratica, o principio da igualdade ainda são se solidificou no quotidiano.
Virá, entretanto, o dia..."D".

Abraço

Paulo

argumentonio disse...

convenhamos: a circulação de certos e determinados caracóis é susceptível de perigar o trânsito, sobretudo se algum condutor for tentado a ... focar, enquadrar e apreciar!!!

;->>>


ps - as estatísticas (remember o 1/2 frango estatístico para cada um quando um come um passa fome e o outro frango sozinho...) devem ser relativizadas mas a realidade é que há cada vez mais mulheres a conduzir veículos automóveis de toda a espécie e à medida que aumentarem os quilómetros percorridos no feminino as estatísticas tenderão a equilibrar-se; mas é certo que, em regra, as condutoras são menos agressivas, menos competitivas e mais prudentes, pelo que, mesmo se menos experientes, produzem menos acidentes e danos de menor gravidade!