Ia eu fotografar uns estranhos passarocos pousados à beira rio, quando surgiu um casal com um ramo na mão...
... lançou o ramo à água... não com a força necessária porque o ramo ficou por ali e as correntes até o trouxeram para a margem... e aqui o fotógrafo ficou frustrado porque não apanhou o beijinho que eles deram... talvez para a próxima, quem sabe, embora estas coisas só aconteçam uma vez na vida: quem diria que na primeira vez em que fui fotografar os passarocos com Sol apareceria um casal a pagar uma promessa, no preciso momento, quase no preciso segundo! Acho que posso lá voltar mais um milhão de vezes que não encontrarei ninguém a lançar ramos ao rio...











